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Se existe Deus com toda certeza ele mora debaixo d'agua um mundo intocado pela mão do ser humano, onde tudo é muito calmo, onde sei que posso estar perto do criador.

Saturday, November 18, 2006

Tubarão.


Ordens :Hexanchiformes SqualiformesPristiophoriformes
Squatiniformes Heterodontiformes Orectolobiformes
CarcharhiniformesLamniformes


Tubarão é o nome dado vulgarmente aos peixes de esqueleto cartilaginoso pertencentes à super-ordem Selachimorpha.

História natural

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Calcula-se que os tubarões existam há cerca de 150 milhões de anos, sem grandes alterações a nível da sua morfologia, o que sugere um bom nível de adaptação e evolução. Ocuparam diversos nichos ecológicos, desde os mares tropicais aos oceanos Ártico e Antártico.

Estes seres providos de estrutura corporal hidrodinâmica são criaturas importantes em quase todos os ecossistemas marinhos. A quase totalidade dos tubarões é marinha, carnívora e pelágica, habitando águas costeiras e oceânicas da maioria dos mares e oceanos, quer na sua superfície, quer na sua profundidade.

São conhecidas cerca de 400 espécies em todo o planeta, cujos tamanhos podem variam entre os 0,10m e os 18m de comprimento.

Velocidade

Em geral, os tubarões nadam a uma velocidade média de 8 km por hora, mas quando procuram alimento ou em situação de ataque, a velocidade média pode alcançar 19 km por hora.
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Tubarão Anequim
( Trata-se de uma espécie bastante comum nas águas Portuguesas)

Uma excepção a esta generalidade é o Tubarão Anequim, que pode alcançar uma velocidade de 48 km por hora. O Anequim é considerado o mais rápido tubarão. também o Grande Tubarão Branco é capaz de grandes velocidades. Estas excepções podem ter a ver com o "sangue-quente", ou homeotérmica, natureza da sua fisiologia.

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Grande Tubarão Branco


Etimologia

Até ao final do século XVI os tubarões eram usualmente refeidos em língua inglesa como cães-do-mar(sea-dogs). O nome tubarão apareceu por volta do final de 1560 para referir os grandes tubarões do Mar das Caraíbas, e mais tarde todos os tubarões em geral.

Classificação

Os tubarões pertencem á superordem Selachimorpha na subclasse Elasmobranchii na classe Seláceos. A Elasmobranchii também inclui as Raias e Arraias; os Seláceos também incluem as Chimaeras.

Existem descritas mais de 360 espécies de tubarões.

Os primeiros tubarões apareceram nos oceanos á 400 - 350 milhões de anos. Muitas das espécies hoje conhecidas são tão velhas como periódo Jurássico. Existem oito ordens de tubarões, que apresentamos a seguir:

  • Hexanchiformes: Exemplos para este grupo incluem os tubarões vaca, tubarão folhado e são á primeira vista parecidos com uma cobra marinha.
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Tubarão Vaca
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Tubarão Folhado

  • Squaliformes: Exemplos para este grupo este grupo inclui os tubarões silvestre, cão, áspero, e espinhoso.
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Tubarão Silvestre

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Tubarão Cão
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Tubarão Áspero

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Tubarão Espinhoso



  • Pristiophoriformes: São tubarões serra, com um formato em serra para cortar os peixes e depois os comer.
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Tubarões Serra

  • Squatiniformes: Tubarões Anjo .
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Tubarão Anjo

  • Heterodontiformes: São geralmente referidos como tubarões cabeça de touro ou com chifres.
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Tubarão Cabeça de Touro


  • Orectolobiformes: São geralmente referidos como tubarões carpete, neste grupo encontramos o tubarão zebra, tubarão enfermeiro, wobbgongs e o amior de todos os peixes, o Tubarão Baleia.
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Tubarão Carpete
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Tubarão Zebra
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Tubarão Enfermeiro

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Tubarão Wobbegongs
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Tubarão Baleia

  • Carcharhiniformes: São os tubarões conhecidos como tubarões do solo, e algumas espécies incluem o , tigre azul, touro, recife e tubarão branco oceânico(colectivamente chamados de Tubarões Requiem) conjuntamente com o tubarão sabujo, gato e martelo. Podem ser distinguidos pelo nariz alongado e uma membrana que protege os olhos durante um ataque.

  • Lamniformes: São referidos como Tubarões Cavala. Podemos encontrar neste grupo o Tubarão Duende, Tubarão Apanha Sol, Tubarão Boca Grande, Tubarão Debulhador, Anequim e o Grande Tubarão Branco. Distinguem-se pelas suas largas mandíbulas e reprodução ovovípara.
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Tubarão Debulhador

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Tubarão Duende

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Os Lamniformes inculem o extinto Megalodon(Carcharodon megalodon), o tubarão extinto só pode ser conhecido a partir dos seus dentes. A reprodução deste tubarão é baseada em alguns dos grandes dentes(com 17 cm de comprimento) o que sugere que podia crescer de 25m a 30.5m.


A REPRODUÇÃO

A reprodução dos tubarões ocorre por fecundação interna, na qual o macho introduz o clasper no oviducto da fêmea. As fêmeas atingem, em geral, a sua maturidade sexual com maior tamanho do que os machos e normalmente procriam em anos alternados. Nas espécies ovíparas, que correspondem a cerca de 20% do total, a fêmea realiza a postura dos ovos rectangulares, protegidos por uma membrana filamentosa, de modo a fixá-los ao substrato marinho. Nas espécie ovovíparas - cerca de 70% -, o desenvolvimento dos ovos ocorre no oviducto da fêmea, sendo as crias expulsas já desenvolvidas. Nas espécies vivíparas - cerca de 10% -, o desenvolvimento do embrião realiza-se internamente, com ligações placentárias, sendo as crias também expulsas já desenvolvidas. A selecção natural dos tubarões inicia-se, nalgumas espécies ovovíparas e vivíparas, no próprio meio intra-uterino, através da prática do canibalismo. As crias que se formam primeiro - num número entre quatro a quinze - e providas de dentes afiados, ingerem, na sua vida uterina, os embriões em formação e, posteriormente, devoram-se umas às outros, sobrevivendo apenas as mais fortes e aptas.

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Um ovo de um Tubarão Baleia encontrado em 1953 retirado do mar a 55 metros na Baía do México. A carcassa de um jovem com 14.5 polegadas encontrado no ovo. É a única prova até hoje encontrada.

Sentidos do tubarão

Como a maioria dos animais selvagens, os tubarões agem quase que exclusivamente por instinto, não sendo, no entanto, as suas reacções muito previsíveis. Possuem um sistema nervoso primitivo, mas eficiente.

Os tubarões apresentam sete órgãos sensitivos. Assim como muitos outros peixes, são míopes, estando a sua visão adaptada apenas para distâncias entre 2 e 3 metros, embora possa ser utilizada para distâncias até 15m com um menor grau de definição. O seu olho possui uma camada reflectiva, a qual permite um aproveitamento superior da luminosidade em locais com pouca luz, como as águas turvas ou profundas e à noite.

O seu olfacto é extremamente apurado, permitindo-lhes identificar substâncias bastante diluídas na água, como concentrações de sangue abaixo de 1 parte por milhão - o que equivale a aperceberem-se de uma gota de sangue a 300m de distância em pleno oceano. Deste facto, advém o facto de já terem sido designados como narizes nadadores. Quando detectam o cheiro de sangue ou de corpos em decomposição, facilmente encontram o local de origem, utilizando principalmente o seu olfacto (ou a visão para distâncias inferiores a 15m).

A sua grande sensibilidade às vibrações, provoca comportamentos semelhantes. O seu ouvido interno, responsável pelo equilíbrio e detecção das vibrações de baixa frequência, situa-se postero-superiormente ao olho. Possui três canais semicirculares e detecta vibrações a longas distâncias, podendo o tubarão se aperceber do som de um peixe a debater-se a uma distância de 250 a 600m. Em conjunto com o olfacto, esta sensibilidade às vibrações, são os primeiros mecanismos utilizados na detecção de potencial alimentação. Uma vibração desconhecida, tanto pode provocar curiosidade como medo ao tubarão.

As suas linhas laterais são também capazes de captar vibrações de média e baixas frequências, correntes, mudanças na temperatura e pressão da água, assim como localizar obstáculos e alimentos em águas turvas. Do mesmo modo, pode também detectar, pela turbulência causada, a aproximação de um inimigo de grande porte.

A cabeça, especialmente ao redor do focinho, apresenta pequenos poros, denominados âmpolas de Lorenzini. Estes receptores são sensíveis à temperatura, salinidade e pressão da água, com uma especial capacidade para detectar campos eléctricos muito subtis, gerados por outros animais. Podem, deste modo, detectar o batimento cardíaco de um peixe que esteja enterrado na areia, a alguns metros de distância. A capacidade de se aperceberem destas ligeiras mudanças na corrente eléctrica do ambiente, além de facilitar a caça às suas presas, possibilita-lhes a navegação em mar aberto durante as grandes migrações, guiando-se através do campo electromagnético da Terra.

Os tubarões tem dois sentidos que a maioria dos animais não tem:
Electrorecepção: As Ampôlas de Lorenzini são orgãos electroreceptores do tubarão, e variam em número que vai de um par a centenas e milhares num individuo. O tubarão tem uma grande sensibilidade eléctrica em relação a todos os animais.

Este sentido é usado para encontrar as presas escondidas na areia pelos tubarões que se alimentam no fundo dos oceanos, a detecção baseia-se nos campos eléctricos produzidos inadevertidamente por todos os peixes. Este sentido muitas vezes confude o tubarão que muitas vezes ataca embarcações: quando o metal interage com a água salgada, a electroquímica gerada pelo metal é similar aos fracos campos eléctricos produzidos por uma presa, o suficiente para atrarir tubarões a milhas de distância. As correntes oceânicas movem-se no campo magnético da terra gerando também campos eléctricos que podem ser usados pelos tubarões para orientação e navegação.Os tubarões tem dois sentidos que a maioria dos animais não tem:
Electrorecepção: As Ampôlas de Lorenzini são orgãos electroreceptores do tubarão, e variam em número que vai de um par a centenas e milhares num individuo. O tubarão tem uma grande sensibilidade eléctrica em relação a todos os animais.

Este sentido é usado para encontrar as presas escondidas na areia pelos tubarões que se alimentam no fundo dos oceanos, a detecção baseia-se nos campos eléctricos produzidos inadevertidamente por todos os peixes. Este sentido muitas vezes confude o tubarão que muitas vezes ataca embarcações: quando o metal interage com a água salgada, a electroquímica gerada pelo metal é similar aos fracos campos eléctricos produzidos por uma presa, o suficiente para atrarir tubarões a milhas de distância. As correntes oceânicas movem-se no campo magnético da terra gerando também campos eléctricos que podem ser usados pelos tubarões para orientação e navegação.

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Linha lateral- Este sistema pode ser encontrado na maioria dos peixes, nos quais se incluem os tubarões. é usado para detectar movimento ou "som" na água. O tubarão usa-a para detectar a movimentação de outros organismos, especialmente peixe ferido. O tubarão pode "ouvir" frequências de 25 a 50 Hz.


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Respiração e natação
A maioria dos tubarões, quando parados, não conseguem bombear a água para as brânquias, de modo a respirarem. Necessitam, portanto, de forçar a entrada da água pela boca, para que passe pelas brânquias e saia pelas fendas branquiais. Por outro lado, a ausência de bexiga natatória, um órgão hiodrostático existente noutros animais, dificulta a sua flutuação. Estas duas características são as responsáveis pela maioria dos tubarões nadar incessantemente, pois, se por algum motivo pararem, afundam e/ou morrem por asfixia. No entanto, algumas espécies conseguem permanecer paradas e deitadas no fundo do mar, inclusivamente dentro de grutas espaçosas.

Temperatura e hábitos de alimentação

Os tubarões são animais ectodérmicos, pelo que a temperatura do seu sangue é variável e dependente do ambiente externo. Muitos tubarões, apresentam um menor metabolismo, sendo mais lentos e com menores necessidades energéticas. Para manter a sua temperatura constante e um bom grau de actividade, dependem de águas tropicais quentes e das regiões costeiras. O deslocamento natatorial constante origina um enorme gasto de energia e uma consequente necessidade em se alimentar constantemente. Devido a essa voracidade natural, algumas espécies limpam os oceanos ao comerem os animais feridos ou mortos, mesmo que em elevado estágio de decomposição. A quase totalidade das espécies também rouba as presas de outros tubarões, quando surge a oportunidade. Quanto às suas preferências alimentares, seguem uma dieta regular de peixes, crustáceos, lulas, polvos, tartarugas, raias e outros tubarões, sendo o canibalismo uma prática muito comum. A prática da caça é guiada e determinada basicamente pela combinação dos seus sentidos. No entanto, os padrões de comportamento na procura de alimento variam de forma substancial. Num padrão normal, os seus movimentos costumam ser lentos e determinados; outras vezes, são compulsivos e rápidos. Na realidade, estes padrões quanto à natação, aproximação e ataque final, variam de espécie para espécie e conforme as situações particulares. A sua boca, em posição ventral, possui uma grande abertura, graças à inexistência de contacto rígido com o crâneo. Os dentes, triangulares, afiados e extremamente eficientes para agarrar e cortar, não possuem raiz. São providos de várias fileiras de dentes de reposição, dispostas posteriormente à fileira que está em uso. Quando um dente é perdido, posterior move-se para ocupar o seu lugar. Algumas espécies não possuem os afiados dentes triangulares, essenciais aos predadores, dado terem-se adaptado a outras formas de alimentação.

Contribuições dos tubarões para a saúde humana

Além da contribuição energética através dos pratos de culinária que utilizam o tubarão, existe uma conhecida contribuição farmacêutica.

A vitamina A foi obtida principalmente pelo óleo de fígado de tubarão até 1947, altura em que passou a ser sintetizada em laboratório. Em 1916, um cientista japonês isolou deste óleo um hidrocarboneto denominado esqualena, até hoje empregue nas indústrias comésticas e farmacêuticas, como base para cremes de beleza, pomadas e medicamentos. O óleo é também eficaz no tratamento paliativo das hemorróidas. Alguns estudos indicam que este óleo contribui para a produção de leucócitos nos seres humanos. Alguns ácidos polinsaturados extraídos do fígado têm sido utilizado como anticoagulantes no tratamento de enfartes do miocárdio.

Por outro lado, o extracto da sua
cartilagem tem vindo a ser utilizado em doenças osteo-articulares e no tratamento de queimados.

Experimentalmente, têm sido feito
transplantes de córnea para olhos humanos, estudos relativos à proteína esqualamina - encontrada no estômago, fígado e vesícula biliar - quanto à sua capacidade de inibir tumores cerebrais, bem como a um lípido quase omipresente nas suas células e com um poder antibiótico de largo espectro.



Ataques de Tubarões
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O Medo dos tubarões tem sido alimentado pelo registo de poucos ataques não provocados, como foi o caso o ataque de tubarões em 1916 em Jersey Shore, e pelo sensacional filme de ficção, Tubarão.

Em 2005 deram-se no mundo um total de 58 ataques dos quais 4 foram fatais. Em comparação, centenas de pessoas morrem anualmente ao serem atingidas por relâmpagos e 1.3 milhões morrem victimas de doenças transmitidas pelas picadas de mosquitos.


Ao contrário da crença popular, somente alguns tubarões são perigosos para os humanos. Em mais de 360 espécies, somente 4 tem confirmados mortes a humanos: O Grande Tubarão Branco, Tubarão Tigre, Tubarão Touro, e o Tubarão Branco Oceânico.

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Grande Tubarão Branco
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Tubarão Tigre
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Tubarão Touro

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Tubarão Branco Oceânico

Estes tubarões, são prepadores perfeitos capazes de comer humanos, atacar e matar pessoas, mas todos estes tubarões tem sido filmados em águas abertas sem qualquer incidente.


Existem muitas teorias sobre os ataques de tubarões a pessoas. Algumas afirmam que o tubarão pode confundir um ser humano com uma foca ou outro animal; este é o caso típico de ataques a surfistas.

Isto dá-se por causa da forma da prancha de surf com o surfista vista de baixo de água parecer uma foca á superfície. Os tubarões tem orgãos sensitivos no seu nariz para captarem sinais eléctricos, como sendo movimento. Muitas das vezes o ataque é efectuado somente com uma dentada partindo de seguida.

Este comportamento tem muitas explicações, uma é de que o sabor dos humanos não é bom, ou não tem a gordura suficiente, e ainda outra é a dos tubarões normalmente fazerem um ataque veloz, e esperarem que a victima morra, ou fique exausta antes de atacar outra vez. Este comportamento protege o tubarão de uma agressão do alvo, mas permite também aos humanos o tempo de saír da água e sobreviver.

Outra teoria é a dos receptores eléctricos, os quais procuram sinais de movimento, não obterem os mesmos sinais de um ser humano ferido do que uma foca ferida, então eles são mais cautelosos. De facto, recentemente mostrou-se que os surfistas não enviam os mesmos sinais do que as focas, e que estão longe de ser atacados.


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Um certo número de espécies(talvez 10-15) tem ameaçado, atacado, e/ou mordido, sem matar um grande numero de humanos sem terem sido provocados. Este grupo contém o Tubarão Anequim, Tubarão Martelo, Tubarão Cinzento dos Recifes, Tubarão Preto , Limão, Sedoso, e Azul. Estes tubarões são também grandes, e poderosos predadores que podem sentir-se provocados pelo simples facto de se estar na água no tempo e local errado, mas são normalmente considerados menos perigosos por nadadores e mergulhadores do de que os do primeiro grupo apresentado.
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Tubarão Azul
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Tubarão Martelo

Na maioria dos casos, se uma pessoa se mover calmamente, ou permanecer imóvel, será ignorada. Muitas espécies são conhecidas por atacar quando se sentem ameaçadas. Outra coisa que deve fazer quando ameaçado por um tubarão é dar socos nas suas guelras, o que faz afastar o animal.

Outras espécies de tubarão atacam pessoas todos os anos, produzindo ferimentos que podem ser potencialmente mortais, mas estas situações podem ocorrer especificamente por causa de serem provocados, ou através de um erro de identidade devido ás condições da água.

O Medo dos tubarões tem sido alimentado pelo registo de poucos ataques não provocados, como foi o caso o ataque de tubarões em 1916 em Jersey Shore, e pelo sensacional filme de ficção, Tubarão.Em 2005 deram-se no mundo um total de 58 ataques dos quais 4 foram fatais. Em comparação, centenas de pessoas morrem anualmente ao serem atingidas por relâmpagos e 1.3 milhões morrem victimas de doenças transmitidas pelas picadas de mosquitos.

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