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Se existe Deus com toda certeza ele mora debaixo d'agua um mundo intocado pela mão do ser humano, onde tudo é muito calmo, onde sei que posso estar perto do criador.

Saturday, September 16, 2006

História do mergulho




O mergulho está enraizado nas origens do homem, no comércio, salvamentos, construções marítimas, explorações de riquezas e mesmo em operações militares. As atividades de mergulho remontam mais de 5000 anos, na colheita de esponjas e de pérolas.

Um historiador grego, Herodutos, gravou a historia de um mergulhador chamado Scyllis, que foi contratado pelo rei persa Xerxes para recuperar um tesouro perdido em um naufrágio no século 5 A. C. Em períodos mais recentes os mergulhadores eram utilizados em operações militares cortando o cabo das ancoras de navios inimigos, deixando-os a deriva ou mesmo abrindo buracos no costado dos navios para afundá-los. Alexandre Magno utilizou mergulhadores para remover obstáculos no porto da cidade de Tiro quando a sitiou em 332 A.C.

Por volta do primeiro século A.C. operações de salvamento junto aos principais portos do mediterrâneo oriental estava tão organizada que existia uma escala de pagamento, baseado na profundidade. Profundidades até 7m, os mergulhadores podiam reenvidicar a metade da carga recuperada, até 3m de profundidade o prêmio era de um terço do que foi recuperado e com 1m de profundidade somente um décimo do recuperado. Nesta tabela de valores já se evidência uma escala de valores equiparada pela profundidade.

Existem também citações sobre os trabalhos das Amas, pescadoras de pérolas japonesas:

" O mar é algo amedrontador no melhor dos tempos. Quão mais aterrorizante deve ser para essas pobres mulheres mergulhadoras que têm de descer às profundezas para assegurar sua sobrevivência. Fica-se a pensar o que ocorreria se a corda que lhes envolve a cintura se rompesse.

Depois que a mulher foi baixada na água, os homens se sentam confortavelmente em seus barcos, cantando animadamente enquanto ficam de olho na corda roxa escura que flutua na superfície. É uma visão surpreendente, porque não demonstram a menor preocupação com os riscos que a mulher está correndo. Quando finalmente emerge, ela dá um puxão na corda e os homens a içam para fora da água com uma rapidez que bem posso compreender. Logo ela está se agarrando à borda do barco, a respiração vindo em arquejos penosos. A visão é suficiente para fazer mesmo um estranho sentir água salgada pingando. Não consigo imaginar como alguém pode ambicionar este trabalho. " 4


Texto escrito por Sei Shonagon, dama de honra na corte da imperatriz japonesa Sadako, cerca de mil anos atrás.

A procura de condições para continuar mais tempo no fundo e alcançar maiores profundidades, levou a pensar que seria possível faze-lo com um tubo respirador. Inúmeros projetos foram criados usando capas de couro com tubos flexíveis longos conectados à superfície por flutuadores. Não há registro que alguns destes dispositivos fora construído e testado. O resultado do teste de um dispositivo destes seria o afogamento do mergulhador. A uma profundidade de 1m é praticamente impossível a respiração através de um tubo. A pressão externa da água não permite o movimento torácico na respiração. Durante toda a história, muitos dispositivos foram projetados tentando superar este problema. No início, o problema da pressão hidrostática não foi bem compreendido e os projetos eram pouco práticos. Um grande número de projetos era baseado na idéia de um saco feito de pele de animais cheios de ar, como se fosse um tanque de ar mas este sistema era praticamente impossível submergir preso a tal aparato.

Na idade média, em 1240 Roger Bacon fez referência a equipamentos por meio dos quais os homens podiam andar no leito do mar e rios sem perigo.

Entre 1500 e 1800 foram desenvolvidos sinos de mergulho, permitindo aos mergulhadores permanecerem horas submersos. Os primeiros sinos eram grandes tubos, suficientemente pesados para afundar em uma posição vertical suspensos por um cabo a superfície, tendo no seu interior ar suficiente para permitir a um mergulhador respirar por horas. Não tinham nenhuma maneabilidade subaquática além da fornecida pela manobra do navio que o sustentava. O mergulhador poderia permanecer no sino posicionado diretamente sobre seu trabalho, ou poderia se arriscar fora deste por períodos de tempo curtos prendendo sua respiração. A primeira referência a um sino foi feita em 1531. Por centenas de anos estes sinos rudimentares foram usados normalmente. Em 1680, William Phipps modificou a técnica do sino, fornecendo ar a seus mergulhadores através de uma série de baldes invertidos para recuperarem um tesouro avaliado em $200.000. Em 1690, o astrônomo inglês Edmundo Halley desenvolveu um sino em que a atmosfera era renovada através de tambores. Em uma demonstração permaneceu a uma profundidade 18m no rio Tâmisa por quase uma hora e meia com quatro companheiros. Quase 26 anos mais tarde, Halley ficou mais de 4 horas a 20m em uma versão melhorada de seu sino.

Sino de E. Halley.


Com o número crescente de naufrágios civis e militares nas costas da Grã-Bretanha, houve um incentivo para que desenvolvessem um traje de mergulho para aumentar a eficiência nas operações de salvamento. Em 1715, o inglês John Lethbridge desenvolveu um traje para um homem apenas. O equipamento de Lethbridge era um tambor reforçado, coberto por couro, equipado com uma vigia de vidro para visão e dois furos para os braços com luvas à prova d’água. O ocupante quando abaixado de um navio poderia realizar operações submarinas. Este dispositivo era manobrado da mesma maneira que os sinos. O sucesso do equipamento fez com que Lethbridge participa-se de vários resgates de naufrágios na Europa.

Traje de Lethbridge

Em uma carta a um editor de um periódico em 1749, o inventor descreve que sua profundidade normal de operação era de 18m, podendo ir a 21m permanecendo submerso por 34 minutos. Diversos projetos similares ao de Lethbridge foram usados em anos subsequentes. Entretanto, todos tiveram a mesma limitação básica que o sino, pouca liberdade e falta de fornecimento contínuo de ar. Por volta do século 19 uma descoberta tecnológica foi desenvolvida. Um bomba capaz de fornecer ar sob pressão . Diversos homens produziram instrumentos viáveis ao mesmo tempo. Em 1823, John e Charles Deane, patentearam um projeto básico para bombeiros moverem-se na fumaça de edifícios em chamas. Por 1828, o instrumento evoluiu para um traje de mergulho com proteção contra o frio e um capacete com viseiras e conexões com mangueiras para fornecimento de ar da superfície. O capacete era apoiado nos ombros do mergulhador, fixo por seu próprio peso e correias na cintura. O ar renovava-se bombeado da superfície e o excesso saia pela borda inferior do capacete sem nenhum problema se o mergulhador permanece-se ereto. Se caísse, entretanto, o capacete poderia encher-se com água.

O primeiro traje de mergulho prático foi desenvolvido por Augustus Siebe. O traje de Siebe era uma adaptação do traje de Deane. Siebe selou o capacete a uma roupa impermeável com um colar e adicionou uma válvula de exaustão ao sistema.

Em 1840, diversos trajes eram usados em uma unidade da British Royal Engineers encarregada de resgatar peças do HMS Royal George que estava obstruindo o ancoradouro de Portsmouth, o principal porto da Inglaterra. O coronel William Pasley, decidiu que era uma oportunidade ideal de testar formalmente os vários tipos de trajes. Devido a possibilidade de inundação do capacete de Deane, recomendou formalmente que o traje de Siebe fosse adotado para operações futuras.
Ao termino do projeto de Pasley, um oficial do governo relatou que nenhum dos homens escapou de ataques sucessivos de reumatismo e frio. Os mergulhadores tinham trabalhado de 6 a 7 horas por dia, muito deles a uma profundidade de 20m, mas Pasley e seus homens na viram implicações nas observações. O que pareceu ser um reumatismo era sintomas de um problema fisiológico sério que, dentro de alguns anos, seria levado com sérias considerações na profissão de mergulhador.

Traje de Siebe

Ao mesmo tempo que o traje de mergulho era aperfeiçoado, trabalhava-se para melhorar o sino de mergulho, aumentando seu tamanho e adicionando bombas de alta pressão para manter a água fora deles. A evolução das bombas fez com que logo se construíssem câmaras grandes suficientes para alojar diversos homens trabalhando no seco, acoplados ao fundo. Isto era particularmente vantajoso para os projetos tais como fundações de pontes ou construção de seções de túnel. Estas câmaras secas logo ficaram conhecidas por Caissons, palavra francesa que significa caixões.

Os Caissons eram construídos com tanques laterais de flutuação e levados ao local de trabalho onde eram submergidos. Projetados para fornecer acesso rápido da superfície. Pelas escotilhas, materiais e os homens podiam ser mantidos trabalhando sob pressão e podendo entrar e sair através destas. Com o uso crescente dos Caissons, uma moléstia nova e inexplicável começou a afetar os trabalhadores. Depois do retorno a superfície, os mergulhadores freqüentemente desmaiavam, respiravam com dificuldade, ou tinha dores nas juntas e abdômen . O paciente geralmente se recuperava, mas ficava freqüentemente com seqüelas.

Caissons


Como trabalho realizado com os Caissons foram utilizados cada vez mais em projetos com pressões maiores, os problemas fisiológicos aumentaram em número e gravidade. Os casos fatais começaram a ocorrer com freqüência alarmante. A moléstia foi chamada, logicamente, de doença do caixão. Entretanto, os trabalhadores no projeto da ponte do Brookling em New York deram à doença um nome mais descritivo “bends”. Hoje o mal de Bends é um risco bem conhecido no mundo do mergulho e chamado de DD (doença descompressiva). Embora os homens mergulhassem por milhares de anos, poucos homens tinham trabalhado muitas horas sob grandes pressões até a época dos Caissons. Os indivíduos tais como Pasley, que tinham experimentado algum aspecto da doença, não foram preparados simplesmente para procurar algo mais que uma indigestão, reumatismo ou artrite.

A causa real da DD primeiramente foi descrita clinicamente por um fisiologia francês, Paul Bert. Ao estudar o efeito da pressão na fisiologia humana, Bert determinou que o ar respirado sob pressão aumentava a quantidade de nitrogênio na solução sangüínea e nos tecidos do corpo. Permanecendo por muito tempo sob pressão o gás era solubilizado no sangue e tecidos do corpo. Com a diminuição rápida da pressão, quando o trabalhador deixava os Caissons, o nitrogênio retornava ao estado gasoso e rapidamente apareciam os sintomas associados com a doença. Paralisia ou morte poderiam ocorrer se o fluxo de sangue com bolhas obstruísse um órgão vital. Bert recomendou que os trabalhadores retornassem a superfície gradual e lentamente como prevenção. Seus estudos conduziram a uma melhora imediata para os trabalhadores quando descobriram que a dor podia ser aliviada retornando a pressão de trabalho, assim que o sintoma aparecesse. Dentro de poucos anos câmaras de recompressão especialmente projetadas eram colocadas em locais de trabalho para fornecer uma situação mais controlada. A pressão nas câmaras podia ser aumentada ou diminuída, quando fosse necessário, para um tratamento individual. Um dos primeiros usos bem sucedidos de uma câmara de descompressão foi em 1879 durante a construção de um túnel sob o rio Hudson entre New York e Jersey. A câmara de descompressão reduziu sensivelmente o número de casos sérios e fatais de DD. As recomendações de Bert para que os mergulhadores subissem lenta e gradualmente não eram suficientes, pois alguns mergulhadores continuavam a sofrer de “DD. O pensamento geral era que os mergulhadores alcançavam o limite prático aos 36m, sendo esta profundidade máxima possível devido a alta incidência de DD e ineficiência dos mergulhadores além desta profundidade pois ocasionalmente perdiam a consciência quando trabalhando.

J. S. Haldane, um fisiologista inglês, conduziu experiências com mergulhadores da marinha britânica de 1905 a 1907. Determinou que parte do problema era porque os mergulhadores ventilavam inadequadamente seus capacetes, fazendo com que acumulassem altos níveis de dióxido de carbono. Para resolver o problema, estabeleceu que um fornecimento de 40 litros de ar por minuto, medidos na pressão de trabalho. Bombas capazes de gerar o fluxo contínuo e ventilar o capacete foram usadas. Haldane compôs também um jogo de tabelas de mergulho estabelecendo um método de descompressão com estágios. Com o passar dos anos estas tabelas foram aprimoradas, mas a base continua sendo a mesma.
Em conseqüência dos estudos de Haldane, a profundidade de operação para mergulhadores com ar comprimido foi estendido para um pouco mais de 60m. Este limite não foi imposto por fatores fisiológicos, mas por limitação do fornecimento de ar pelos compressores.


J. S. Haldane

Logo os mergulhadores estavam em águas mais profundas e um outro mal começou a aparecer. O mergulhador parecia intoxicado, às vezes eufórico e freqüentemente perdendo o julgamento a ponto de esquecer a finalidade do mergulho. Na década de 30 esta euforia ou “embriagues das profundezas” foi ligado ao nitrogênio contido no ar respirado sob elevadas pressões. Conhecido como narcose por nitrogênio, ocorre porque o nitrogênio tem propriedades anestésicas que tornam-se progressivamente mais severas com acrescente pressão do ar respirado. Para evitar o problema, misturas especiais como hélio-oxigênio foram desenvolvidas para mergulho profundo.

Devido as altas pressões no mergulho, numerosos projetos de trajes rígidos foram criados com o intuito de livrar o mergulhador dos problemas da pressão durante o mergulho. Com um traje rígido, o mergulhador poderia respirar o ar sob pressão normal e descer a grandes profundidades sem nenhum risco. O projeto de John Lethbridge em 1715, que essencialmente tinha sido um traje rígido, tinha sua operação limitada a baixa profundidade. A maioria dos trajes rígidos tinham sua utilização questionada. Desajeitados demais para que o mergulhador pudesse realizar algum trabalho e muito complicados para fornecer proteção da pressão externa. A profundidade projetada por vários trajes rígidos desenvolvidos nos anos 30 era de 200m, nunca alcançada na realidade. Projetos mais recentes na área demonstram potencialidade para tarefas subaquáticas a 600m de profundidade.

Traje Rígido


Em 1905 o projeto de construção do capacete de mergulho (escafrando) MK V resolveu muito dos problemas no mergulho. Este equipamento fora projetado para trabalho extensos, árduos, que desse proteção física ao mergulhador e alguma maleabilidade. O capacete do MK V tinha uma entrada de ar em forma de cotovelo com uma válvula de segurança permitindo que o ar entrasse, mas não permitindo que retornar-se caso o suprimento de ar fosse interrompido. O ar era expelido do capacete através de uma válvula de exaustão. Por volta de 1916 diversas melhorias tinham sido introduzidas ao MK V, incluindo um sistema rudimentar de comunicação, através de um cabo telefônico e de uma válvula reguladora de pressão.


Com o tempo a válvula reguladora de pressão foi aprimorada assim como sistema de comunicação. Uma válvula de exaustão suplementar e um grampo para fixar o capacete ao peito foram acrescentados e o peso do capacete diminuído por volta de 1927. Após 1927, o MK V mudou muito pouco. Permaneceu basicamente o mesmo durante os anos 20 em operações de salvamento. Acoplado a um traje de mergulho foi utilizado em operações de salvamento tanto em tempo de paz como na segunda guerra mundial. O capacete MK V era o equipamento padrão da US Navy até ser sucedido pelo MK 12 em fevereiro de 1980. (fig1-8). O MK 12 foi substituído em dezembro de 1993 pelo MK 21.

MK 12 E MK 5


O equipamento de mergulho desenvolvido por Charles e John Deane, Augustus Siebe, e outros inventores deu ao homem a possibilidade de permanecer em baixo da água e trabalhar por períodos prolongados, mas era limitado extremamente pela exigência do fornecimento de ar da superfície. A melhor solução encontrada deveria fornecer ao mergulhador um suprimento portátil de ar. Por muitos anos o equipamento “SCUBA” (Self Contained Underwater Breating Apparatus) foi somente uma possibilidade teórica. As tentativas de fornecer ar comprimido aos mergulhadores não foram bem sucedidas devido às limitações dos compressores e dos recipientes de ar comprimido capazes de suportar altas pressões.

O desenvolvimento se deu gradualmente, entretanto, evoluindo em três tipos básicos:

- Circuito aberto de ar – onde a exaustão é dada diretamente na água circunvizinha.

- Circuito fechado – o ar é filtrado e recircula

- Circuito semi-fechado – combina características dos dois tipos anteriores.

O mais utilizado é o equipamento de circuito aberto – O primeiro componente do sistema é uma válvula de demanda. Projetada em 1866 e patenteada por Benoist Rouquayrol, o regulador ajusta o ar do tanque para ser fornecido ao mergulhador que o respira na pressão adequada. Este equipamento foi citado por Júlio Verne em seu livro Vinte Mil Léguas Submarinas – "empregar o parelho Rouquayrol-Denayroxse ...... compõe-se esse aparelho de um reservatório de folha de ferro muito grossa, em que armazeno o ar sob uma pressão de 50 atmosferas " 3. Como na época não existiam cilindros resistentes suficientes para alta pressão, este sistema ficou na ficção e Rouquayrol adaptou seu regulador ao equipamento de superfície. Assim os projetos seguiram o caminho dos equipamentos de circuito fechado e o regulador de demanda para circuitos aberto teve, que esperar 60 anos.

Em 1933 o comandante LePrieur, um oficial naval francês, construiu um equipamento autônomo de circuito aberto usando um tanque de ar comprimido. Entretanto LePrieur não incluiu um regulador de demanda em seu projeto e a dificuldade maior do mergulhador era o controle manual constante do suprimento de ar. A falta de um regulador de demanda somada a um tempo extremamente curto, limitou muito o uso prático do equipamento.

Ao mesmo tempo que as operações reais de combate eram realizadas com equipamentos de circuito fechado, dois franceses conseguiram uma descoberta significativa no projeto do equipamento autônomo de circuito aberto. Trabalhando em uma vila mediterrânea pequena, sob condições difíceis e restritivas na França ocupada, Jaques Yves Cousteau e Emile Gagnam combinaram um regulador de demanda com tanques de alta pressão com ar comprimido e criaram o primeiro equipamento de circuito aberto eficiente e seguro chamando-o Aqua-Lung. Cousteau e seus companheiros aprimoraram seu equipamento desenvolvendo técnicas e o testando enquanto exploravam e fotografavam naufrágios.

Jacques-Yves Cousteau

Este sistema é a culminação de centenas de anos de progresso, misturando o trabalho de Rouquayol, LePrieur e Fleuss. Cousteau usou seu equipamento a mais de 50m sem dificuldades e com o fim da guerra transformou-se rapidamente em um sucesso comercial. Hoje o Aqua-Lung é o equipamento de mergulho mais utilizado no mundo subaquático. Qualquer pessoa com treinamento adequado pode utiliza-lo no mergulho. A liberdade que o Aqua-Lung propicia no mergulho causou um rápido interesse no esporte tornando-o muito popular. Assim como o esporte a ciência e o comercio se beneficiaram, biólogos, geólogos e arqueólogos descobriram novos indícios na origem e comportamento da terra, do homem e da civilização no todo e a industria principalmente na prospeção de petróleo. Desde a Segunda Guerra Mundial, as técnicas de mergulho evoluíram muito. Uma geração completa de equipamentos sofisticados é lançada no mercado quase que anualmente.

Fontes de pesquisa:

1 Por debaixo de La Cota Zero, Luiz Ávila Recatero, Ed Hispano Europea.

2 Manual da US NAVY

3 Viagens Maravilhosa, Júlio Verne, série C, tomo 1, Ed. Paulo de Azevedo.

4 A Vida no Limite, Frances Asheroft, Ed. Jorge Zahar.

5 Artigos Revista Mergulho, Ed. Grupo 1, n. 9, 11, 13, 20, 21, 22 e 24.

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